Mostrar mensagens com a etiqueta Comics. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Comics. Mostrar todas as mensagens
quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014
Marvel em Português
Vi a notícia no Leituras de BD e, poucos dias depois, à venda. Esta iniciativa recupera para edição portuguesa alguns dos mais icónicos comics da Marvel. A Panini vai colocar regularmente nas bancas os Vingadores, o Homem-Aranha e os X-Men. Só se pode aplaudir a iniciativa, e esperar que cative leitores. Tal como o Leituras de BD eu também preferiria comics da DC, mas parece-me que o importante aqui não é agradar aos fãs de sempre do género mas sim cativar novos leitores. O preço é relativamente acessível, mas recompensador se notarmos que cada edição colige três histórias actuais, impressas em papel de boa qualidade. Se gostam de banda desenhada, comics, filmes de super-heróis ou leituras divertidas experimentem estas novas revistas! Na primeira edição a super-equipe do Homem de Ferro, Capitão América, Hulk e Thor enfrenta uma ameaça cósmica em Marte e, capturada pelos vilões, tem de recorrer... e mais não conto, vão ler!
Publicada por
Artur Coelho
à(s)
2/12/2014 10:00:00 da manhã
0
comentários
Hiperligações para esta mensagem
Etiquetas:
Comics
domingo, 28 de dezembro de 2008
Fantásticas Aventuras

Futuros imaginados, visões oníricas da exploração planetária. À cinquenta anos atrás era assim que se imaginavam os futuros e se sonhavam que seriam os planetas do sistema solar. A ciência pura e os seus instrumentos tecnológicos já nos mostraram que os planetas não são bem como os imaginámos. Ficam estas visões, agora pueris, de futuros que nunca aconteceram. Mqis em Golden Age Comic Books - Fantastic Adventures. E se lá passarem, visitem o resto do blog. Vão encontrar boas supresas.
Publicada por
Artur Coelho
à(s)
12/28/2008 09:59:00 da manhã
0
comentários
Hiperligações para esta mensagem
Etiquetas:
BD,
Comics,
FC,
Ficção Científica,
SF
sábado, 22 de novembro de 2008
The Fourth Dimension
The Fourth Dimension
Steve Ditko estica os limites dos comics aos campos do cubismo e do surrealismo nesta bd dos anos 50. O argumento é simplista, mas a ilustração a cruzar o estilo dos comics com arte moderna faz valer a leitura. É sempre interessante ver os cruzamentos entre a arte popular comercial dos mass media com a arte erudita. Um dia destes mostro-vos o que aconteceu quando Walt Disney se cruzou com Salvador Dali.
Steve Ditko estica os limites dos comics aos campos do cubismo e do surrealismo nesta bd dos anos 50. O argumento é simplista, mas a ilustração a cruzar o estilo dos comics com arte moderna faz valer a leitura. É sempre interessante ver os cruzamentos entre a arte popular comercial dos mass media com a arte erudita. Um dia destes mostro-vos o que aconteceu quando Walt Disney se cruzou com Salvador Dali.
Publicada por
Artur Coelho
à(s)
11/22/2008 03:51:00 da tarde
0
comentários
Hiperligações para esta mensagem
quinta-feira, 24 de abril de 2008
Álbuns Favoritos: Jazz a desafinar...

Confesso, caro professor Vaz, que apesar de boas recordações d'O Segredo do Licorne, livro que me levou a desenhar galeões durante alguns meses, os álbuns de Hergé não estão entre os meus mais favoritos albuns de BD, mas confesso igualmente a minha admiração pela mestria da ligne claire saída do lápis do criador do jornalista e da cadelinha Milou.
Eleger o álbum favorito de BD não é tarefa fácil. Tantos autores, capazes de mesclar a mestria na palavra com a mestria do grafismo... qual escolher? Alan Moore e o magistral V for Vendetta? Ben Katchor e o seu genial Julius Knipl? Impossível decidir entre Adrian Tomine, David Mazzuchelli ou Dave McKean. Poderia citar o clássico Hugo Pratt, criador de Corto Maltese, aventureiro de bom coração e destino sempre nas mãos, ou o surreal Moebius, tão à vontade em garagens herméticas com no faroeste.

E que tal seleccionar um autor, o portugês José Carlos Fernandes? Criou A Pior Banda do Mundo, composta pelo contrabaixo de Ignacio Kagel, fiscal municipal de isqueiros nas horas de trabalho; pelo saxofone de Sebastian Zorn, um dedicado serrilhador de selos; pela bateria de Anatole Kopek, criptógrafo de segunda classe e pelo arranhar do piano de Idálio Alzheimer, verificador meteorológico. Quando se diz que a pior banda do mundo é a pior banda do mundo, temos perfeita razão. Esta tem sido consistentemente expulsa de todos os bares onde tocou, logo aos primeiros acordes.É possível que tenham acertado nalgumas notas, algures... mas se o fizeram, talvez seja mais uma história esquecida nas prateleiras empoeiradas da cave da alfaitaria onde há décadas tentam ensaiar alguma peça musical que saia correcta desde a primeira à última nota.

Os ensaios da pior banda do mundo são o detonador de um universo fantástico, uma realidade surreal centrada numa cidade sem nome povoada por homens e mulheres obcecados por sonhos irreais, esperanças desajustadas e projectos económicos inúteis. O imaginário surreal de Jorge Luis Borges influencia o mundo elaborado por José Carlos Fernandes, onde se movem serrilhadores de selos, donos de parques de perversões e projeccionistas em cinemas que passam sem parar o mesmo filme há mais de duas décadas, entre outras personagens surreais e estranhamente obsessivas.
Publicada por
Artur Coelho
à(s)
4/24/2008 11:47:00 da tarde
2
comentários
Hiperligações para esta mensagem
Etiquetas:
BD,
Comics,
Pop Culture
