sexta-feira, 5 de junho de 2009
Atelier Animação 3D
Experiências de animação 3D em Bryce criadas por alunos do 5º ao 9º ano no atelier Modelação e Animação 3D no dia do Departamento de Expressões do Agrupamento de Escolas da Venda do Pinheiro, dinamizado pelo Prof. Artur Coelho com a colaboração dos alunos Catarina, João, Filipe e Marina. O vídeo é uma colagem de animações curtas criadas experimentalmente pelos visitantes ao atelier.
quarta-feira, 3 de junho de 2009
Porquinhos da Índia
... que nunca foram tão radicais! Trabalho de Área de Projecto do 6ºF.
segunda-feira, 1 de junho de 2009
"A família que não cabia dentro de casa", de Alexandre Honrado

In http://www.eb23-castelobranco.pt/jornal/pergt17/encontros.html (consultado em 10/3/09)
A propósito do livro:
A família que não cabia dentro de casa é uma história que corre ao sabor de alguns acontecimentos (ou personagens) que se vão acrescentando à trama. A acção gira em torno de Maria Ana (uma jovem com 12 anos) e da sua atípica família. Tudo acontece num curto período de tempo.Alexandre Honrado, o autor, faz prova da sua capacidade de aproximação ao imaginário juvenil. O discurso é doseadamente simples, fazendo-se valer de incursões que o projectam para a actualidade/realidade. O potencial comunicativo (no sentido de identificação do leitor com o texto) está, portanto, assegurado.Mais do que ir adicionando novas personagens, a história parece tropeçar nelas. Acontecimentos inesperados vão carregando consigo novas figuras e, assim, a trama vai ganhando cor. A acção é, ainda, temperada com uma pitada de amor, amizade, humor e, até, um toque de mistério.
In http://poucaletra.blogspot.com/2007/08/literatura-romance-juvenil-quando-uma.html (consultado em 10/3/09)
Encontro com o escritor Alexandre Honrado
domingo, 31 de maio de 2009
Animações
Animações em Bryce criadas pelos alunos Filipe, Marina, Simão e Henrique.
sexta-feira, 29 de maio de 2009
No dia da Criança recebemos uma visita especial...
quarta-feira, 27 de maio de 2009
Dia Internacional da Amnistia

A Amnistia Internacional nasceu em 28 de Maio de 1961.A sua criação teve origem numa notícia publicada no jornal inglês "The Observer" em que era referida a prisão de dois estudantes portugueses por terem gritado «Viva a Liberdade!» na via pública. O advogado britânico Peter Benenson lançou então um apelo no sentido de se organizar uma ajuda prática às pessoas presas devido às suas convicções políticas ou religiosas, ou em virtude de preconceitos raciais ou linguísticos.
Um mês após a publicação do apelo, Benenson já havia recebido mais de mil ofertas de ajuda para coligir informações sobre casos, divulgá-las e entrar em contacto com governos. Dez meses passados, representantes de cinco países estabeleciam as bases de um movimento internacional.
O primeiro presidente do Comité Executivo Internacional da organização (1963 a 1974) foi Sean MacBride, laureado com o Prémio Nobel da Paz em 1974.
VISÃO E MISSÃO (da Amnistia Internacional)
A visão da Amnistia Internacional é a de um mundo em que cada pessoa desfruta de todos os Direitos Humanos consagrados na Declaração Universal dos Direitos Humanos e noutros padrões internacionais de Direitos Humanos.
De modo a cumprir esta visão, a missão da Amnistia Internacional consiste na investigação e acção destinadas à prevenção e acabar com os graves abusos à integridade física e mental, à liberdade de consciência e expressão, a não ser discriminado, dentro do contexto de uma promoção de todos os Direitos Humanos.
Retirado de http://www.amnistia-internacional.pt/ (Consultado a 10/05/09)
Ao regressar da escola um dia, Bruno constata que as suas coisas estão a ser empacotadas. O seu pai tinha sido promovido no trabalho e toda a família tem de deixar a luxuosa casa onde vivia e mudar-se para outra cidade, onde Bruno não encontra ninguém com quem brincar nem nada para fazer. Pior do que isso, a nova casa é delimitada por uma vedação de arame que se estende a perder de vista e que o isola das pessoas que ele consegue ver, através da janela, do outro lado da vedação, as quais, curiosamente, usam todas um pijama às riscas. Como Bruno adora fazer explorações, certo dia, desobedecendo às ordens expressas do pai, resolve investigar até onde vai a vedação. É então que encontra um rapazinho mais ou menos da sua idade, vestido com o pijama às riscas que ele já tinha observado, e que em breve se torna o seu melhor amigo…
Retirado de http://www.asa.pt (consultado em 27/08/08)
terça-feira, 26 de maio de 2009
Colecção de pijamas no Centro de Recursos...?!
domingo, 24 de maio de 2009
Torneio de damas - 2.ª eliminatória

. No entanto, o jogo de damas como o conhecemos hoje deve-se muito provavelmente aos franceses, que terão juntado as regras e as peças do “Alquerque” ao tabuleiro que é actualmente utilizado. Para além disso, alteraram o nome para “Freses”, uma denominação que foi substituída por “Jeu de Dames” no século XV. Desde então, gozou de uma popularidade crescente, que levou o jogo aos quatro cantos do mundo, onde os diferentes povos foram baptizando-lhe com nomes distintos e criando pequenas variantes do jogo, atribuindo às damas regras e regulamentos muito próprios.
. O primeiro campeonato mundial de damas ocorreu em Inglaterra, no ano 1847, onde o jogo foi conhecido como “Draughts”. Quando chegou ao continente americano recebe o nome de “Checkers”, que se mantém ainda hoje.
. Em 1978 nasceu, em Portugal, a Federação Portuguesa de Damas, órgão que, movimentando cerca de 450 atletas, promove diversos campeonatos, incluindo a Taça de Portugal.
segunda-feira, 18 de maio de 2009
Encontro com a escritora Luísa Beltrão
A actividade sessão decorreu num ambiente muito informal, durante o qual as alunas tiveram oportunidade de colocar algumas questões à autora e partilhar as suas impressões acerca do livro. Luísa Beltrão, também professora de Psicologia e Filosofia, cativou os presentes, alargando a conversa a outras questões, além da obra em discussão. As alunas retribuíram com algumas ilustrações e preparando uma leitura expressiva do mesmo. Ficaram, ainda, curiosas em relação à leitura do segundo volume desta colecção (“Os quatro cavaleiros”), também abordado na sessão - Sol Negro, sabendo, em primeira mão, que a colecção terá quatro volumes. O lema desta sessão “Ler é… atingir o impossível!” cumpriu-se mesmo e o escritor ganhou corpo e uma presença muito cativante!
Refira-se que o Projecto “a Ler+”, apoiado pelo Plano Nacional de Leitura, envolve trinta e três escolas a nível nacional e visa promover um ambiente integral de leitura.
Dia Internacional dos Museus

quinta-feira, 14 de maio de 2009
Missão em Happy-Kosmos e no CR!

segunda-feira, 11 de maio de 2009
Perspectiva
domingo, 10 de maio de 2009
Vamos acolher uma família...

quinta-feira, 7 de maio de 2009
Ainda o Dia Mundial do Livro - concursos

terça-feira, 5 de maio de 2009
Concurso "Os direitos do leitor" - Vencedores!
VENCEDORES
2.º ciclo
O leitor tem o direito de ler não importa como.
Ana Helena Lourenço, 6.º ano
3.º ciclo
O leitor tem o direito de ler para alargar a sua imaginação.
André Santos, 7.º ano
Adultos
O leitor tem o direito de deixar cair uma lágrima nas páginas do livro.
“Gaivota” (pseudónimo)
Parabéns a todos!
Nota: Os vencedores podem levantar o respectivo prémio no Centro de Recursos.
segunda-feira, 4 de maio de 2009
Revista BRAVO no Centro de Recursos!

domingo, 3 de maio de 2009
No dia em que se homenageiam as MÃES, publicamos um poema e um quadro da autoria de Almada Negreiros, ambos intitulados "Mãe".Mãe!
Vem ouvir a minha cabeça a contar histórias ricas que ainda não viajei.
Traze tinta encarnada para escrever estas coisas! Tinta cor de sangue, sangue! verdadeiro, encarnado!
Mãe! passa a tua mão pela minha cabeça!
Eu ainda não fiz viagens e a minha cabeça não se lembra senão de viagens!
Quando voltar é para subir os degraus da tua casa, um por um. Eu vou aprender de cor os degraus da nossa casa. Depois venho sentar-me a teu lado. Tu a coseres e eu a contar-te as minhas viagens, aquelas que eu viajei, tão parecidas com as que não viajei, escritas ambas com as mesmas palavras.
Mãe! ata as tuas mãos às minhas e dá um nó-cego muito apertado! Eu quero ser qualquer coisa da nossa casa. Como a mesa. Eu também quero ter um feitio, um feitio que sirva exactamente para a nossa casa, como a mesa.
Mãe! passa a tua mão pela minha cabeça!
Quando passas a tua mão pela minha cabeça é tudo tão verdade!
Almada Negreiros, A Invenção do Dia Claro, 1921.
terça-feira, 28 de abril de 2009
A(s) Porta(s) NOVAS!

19 anos depois de ter sido editado pela primeira vez acaba de ser posto à venda "A Porta", edição Gailivro.
Gosto de pensar que é o melhor texto que fiz na minha vida.
As ilustrações e grafismo são da Mónica Cid que fez do livro um objecto caloroso que apetece ter na mão.
É daqueles textos que não tem idade aconselhável. Ou melhor, aconselho-o a todos entre os 8 e os 88 anos mas só aos que forem capazes de sonhar e voar através das palavras de uma história.
"A Porta" foi escrita há 20 anos em circunstâncias muito particulares da minha vida pessoal. Um tempo em que não tinha uma casa e em que a minha casa foi a escrita deste livro.
"A Porta" é narrada por um menino que fala do dia em que o pai e a Mãe se mudaram para a casa nova e quando lá chegaram não havia paredes, nem tecto, nem casa. Apenas uma porta.
E recordo o momento em que o menino relata a chegada dos pais à casa nova... Que de casa só tinha a Porta...
"- Aqui não há casa nenhuma! - insistiu a minha mãe.
- Mas há uma porta! - afirmou o meu pai, atravessando-a cheio de simpatia de um lado para o outro- - Se não houvesse, não podíamos entrar nem sair.
Parece-me que ele tinha razão, embora não se percebesse muito bem para que é que servia uma porta que dava para sítio nenhum.
Talvez fosse divertido entrar e sair e sair e entrar por uma porta tão invulgar e sozinha no meio de nada.
Isso era quanto lhe bastava. À minha mãe, não. Sentia-se perdida e ficou, de repente, muito triste.
O meu pai não a podia ver assim.
- Uma porta é um bom começo. O resto arranja-se com facilidade."
Para lá daquela porta, os pais do narrador virão a descobrir um mundo estranho, talvez mágico, talvez diferente do nosso. A pouco e pouco vão conhecendo os vizinhos que vivem do outro lado da porta. São pessoas muito invulgares.
O Grande Espinafre que tem uma horta onde pode plantar tudo, parafusos, macarrão, peixe cozido ou mesmo cenouras.
O engenheiro Francisco Parafuso que tem horror a que as coisas mudem de lugar e procura aparafusar tudo ao tecto, ao chão, às paredes para que nada mude. Chega mesmo a aparafusar os ponteiros ao relógio e os sapatos do pai do narrador ao chão.
Há também a Princesa Princezinha, que vive no mundo dos sonhos e das fábulas, e que sonha, naturalmenmte vir a casar com um Príncipe Encantado quando tiver coragem de atravessar o Bosque de Todos os Medos.
Finalmente temos a Bruxonauta, bruxa falhada que sonha vir a ser astronauta.
Com um abraço amigo,
José Fanha
domingo, 26 de abril de 2009
Parabéns, 7.º C!
Cliquem aqui para conhecerem a lista de vencedores.

