Para fazer esta parte do trabalho, a turma deve dividir-se em pequenos grupos. Devem fazer as tarefas indicadas abaixo de acordo com a ordem definida. Para realizar as tarefas, cliquem abaixo na hiperligação correspondente à vossa turma.
1.1 Recordem os instrumentos de análise de notícias estudados na última aula e selecionem um;
1.2 Leiam a notícia correspondente ao vosso grupo;
1.3 Utilizando o instrumento que selecionaram, procurem indícios que ajudem a classificar a notícia como verdadeira ou falsa;
1.4 Registem as vossas conclusões: trata-se de uma notícia verdadeira ou falsa? Justifiquem convenientemente as vossas conclusões.
Elabora um slogan onde previnas os teus colegas contra os perigos das notícias falsas e/ ou lhes dês algum conselho sobre a forma de lidar com elas. Se precisares de recordar o que é um slogan, clica aqui: >>>>.
Pede à professora o impresso para registares o slogan que elaboraste.
3.1 Lê o artigo da revista Blitz "O Youtuber mais bem pago ganhou quase 14 milhões de euros em 2017. Mas sabe quem ele é?" Para acederes ao artigo, clica aqui: >>>>>
3.2 Visiona alguns excertos da entrevista da RTP aos youtubers, publicada no programa "Linha da frente" em 19/10/2017:
4. Vamos refletir
Reunimos agora todo o grupo turma para conversarmos sobre a questão dos youtubers.
3.1 Elaboração de um texto argumentativo: Coloca-te no papel de educador (pais, familiares, professores…) e indica como lidarias com a questão dos youtubers. Justifica a tua opinião com recurso a dois dos argumentos apresentados (obrigatoriamente deverás recolher argumentos do texto da jornalista Ana Galvão e do youtuber VSKI). Publica o teu texto, registando como título Tarefa complementar e o teu nome, no mural da turma (v. em baixo ligação no 2.2).
1. Responde ao inquérito
Para iniciarmos esta reflexão acerca dos youtubers, pedimos-te que respondas ao inquérito abaixo. O inquérito é anónimo e destina-se exclusivamente a servir como ponto de partida para o nosso trabalho sobre o fenómeno dos youtubers.
Vais agora ver alguns filmes publicados por youtubers. Presta atenção às questões e às reflexões que vão acompanhando os filmes. Elas pretendem orientar-te.
Recordar abril... em maio!:)
Os alunos do 9.º ano participarão no próximo dia 18 de maio num encontro em que recordaremos o dia 25 de abril de 1974.
Até lá convidamo-vos a participarem no concurso "Recordar abril".
Copiem o endereço, abram o questionário e respondam às questões. Boa sorte!
(Temos um prémio para os alunos com as melhores pontuações em cada turma.)
Concurso Literário: A estória do Gato e da Lua está na tua mão!
Aproveitando o Dia de S. Valentim, a equipe do Plano Nacional de Cinema no Agrupamento de Escolas Venda do Pinheiro celebra o cinema português de animação com este concurso literário. Está previsto que os alunos de todas as turmas vejam e explorem um pouco, com ajuda dos guiões de exploração, este extraordinário filme de Pedro Serrazina. Esperemos que se inspirem com esta história de um gato que se apaixonou pela lua.
Regulamento Modalidades:
Carta do Gato à Lua ou da Lua para o Gato (limites: 140 a 200 palavras).
Soneto do Gato para a Lua ou da Lua para o Gato.
Apresentação dos trabalhos a concurso: Cada aluno só pode concorrer com um texto de cada modalidade (podendo assim, apresentar a concurso uma carta e um soneto); os textos deverão ser impressos.
Identificação dos autores: Os trabalhos devem ter a identificação do aluno (nome, número e turma).
Critérios de seleção:
.cumprimento das normas do regulamento;
.adequação do texto à “estória” do filme;
.respeito pelas tipologias a concurso (carta /soneto);
.criatividade;
.correção linguística.
Constituição do júri:.representante da direção do agrupamento;
.coordenadora do departamento de línguas;
.coordenador da equipa do Plano Nacional de Cinema.
Prémios:Será atribuído um prémio ao melhor trabalho de cada modalidade.
Divulgação dos premiados:Os alunos premiados serão contactados pela equipa do PNC e os resultados serão divulgados no sítio do agrupamento.
Omissões: Qualquer outra situação não prevista neste regulamento será resolvida pela equipa do PNC.
O Professor Pedro Moura desafiou os seus alunos do 7.º C, na disciplina de Inglês, a criarem avatares recorrendo ao software "Voki". Este foi um exercício divertido em que os alunos se apresentaram e, simultaneamente, treinaram as suas competências na língua inglesa. Ora espreitem...
O livro Portugal 2055 foi disponibilizado gratuitamente para leitura digital no website do Museu Nacional de História Natural e da Ciência.
Obra eminentemente didáctica que aborda efeitos do aquecimento global e
outras temáticas ambientais, foi apoiada institucionalmente e por crowdfunding,
o que permitiu esta iniciativa de disponibilização digital. Escrita por
Bruno Pinto com revisão científica de Filipe Santos, conta com
ilustrações de Carla Rodrigues, César Évora, Fil, Filipe Gonçalves,
Miguel Santos, Nuno Rodrigues, Penim Loureiro, Rui Alex, Sofia Pereira,
Susa Monteiro e Xico Santos.
A edição em papel estará disponível para aquisição no Museu Nacional de História Natural e da Ciência ou através da Associação Tentáculo. A versão digital pode ser acedida e descarregada em PDF no MUHNAC Digital.
Amanhã o 5.º B vai debater a "Convenção sobre os Direitos da Criança", numa sessão no CR, em Formação Cívica.
Como proclama este texto, queremos para todas as crianças saúde, educação, igualdade, proteção!
A falar de livros e ideias de Ficção Científica na semana da Feira do Livro do Centro de Recursos Poeta José Fanha. Falar de FC, mas sublinhar que no fundo o que conta é ler. Seja romance, policial, ficção, não ficção. É lendo, no diálogo entre as palavras lidas na página e o cérebro do leitor, que partilhamos conhecimentos e descobrimos ideas novas que nos intrigam. Slide 1: Vindos de um outro mundo: breve introdução à ficção científica para alunos doAE Venda do Pinheiro. Uma viagem pessoal pela história, literatura e cinematografia de FC. Slide 2: Ficção científica é uma forma de ficção que lida principalmente com o impacto da ciência e tecnologia,verdadeira ou imaginada, sobre a sociedade ou os indivíduos. Esta ideia foi proposta primeiramente por Hugo Gernsback para promover e sustentar as suas publicações focalizadas em histórias cujo cerne incidia sobre especulações técnicas e científicas. Slide 3: De onde veio a FC? Ao longo da história da literatura existem muitos exemplos de ficções pré-FC, no campo das utopias e mundos imaginários. Mas talvez o primeiro livro que teve como premissa uma ideia de base científica, à época, foi Frankenstein de Mary Shelley. Parece-nos estranho, uma vez que o vemos como monstro de terror, mas no livro a criatura monstruosa nasce não de explicações sobrenaturais ou mágicas mas sim da aplicação de ideias científicas ligadas à medicina e electricidade. No século XIX e princípios do século XX o que se viria a tornar FC ganhou popularidade e leitores, quer com a vertente de aventuras com tecnologia de Júlio Verne os seus seguidores, com a visão do papel da tecnologia de HG Wells, ou com as aventuras que misturam tecnologias futuristas à época (caso das edisonades, inspiradas na figura de Edison), e guerras futuras, um género muito em voga na viragem do século XX que ainda hoje se mantém vivo.
Slide 4: Imaginem um tempo onde não abundavam os meios de entretenimento. Sem televisão, internet, jogos. Só cinema e rádio para os mais afortunados. Ler era um passatempo, ea abundavam revistas cheias de contos empolgantes que encantaram os seus leitores. Estas publicações ajudaram a FC a afirmar-se como género por direito próprio. Foram, e ainda hoje são, a primeira linha de publicação para os autores, muitos dos quais se tornaram grandes nomes do género. A maior parte da FC pulp é elementar, de entretenimento rápido, sem grandes aspirações, mas saíram daqui alguns dos maiores autores do género. Das revistas clássicas salientam-se a AmazingStories editada por Hugo Gernsback que se caracterizava por uma aproximação mais rigorosa à ciência na FC, e o foco no deslumbre com ciência e tecnologia da Astounding SF de John W. Campbell. Algumas destas revistas, como a Analog, Asimov e Magazine of F & SF ainda hoje são publicadas. Das mais recentes destaca-se a New Worlds, que apostou numa FC mais literária e experimental, e a Interzone, das poucas de FC europeia que ainda se mantém em publicação. Slide 5: A banda desenhada tem sido um dos campos onde a FC se afirma. Desde os tempos da BD clássica (BuckRogers, Flash Gordon, Weird SF e tantos outros) até aos dias de hoje os autores de BD têm aproveitado as possibilidades visuais da BD para despertar sonhos do imaginário futurista. Destaco aqui, da BD franco-belga, o incontornável Hergé com Tintin a ir à lua; o surrealismo de EnkiBilal; a FC em estado de pura magia de Moebius (Jean Giraud). Do Fumetti italiano destaco o retro-futurismo inspirado em Verne de Greystorm e as viagens pacifistas no tempo de Lilith de Luca Enoch. Dos comics modernos muita coisa poderia ser dita, mas sublinha-se o futurismo de WarrenEllis, talvez dos melhores actualidade. A série Saga, a ser editada em portugal, Hickman em Manhattan Projects. Hoje, a BD é um dos campos onde a mistura de ideias especulativas e iconografias desafiantes da FC consegue ir mais longe, graças ao carácter intrínseco da BD como mistura de texto, imagem e técnicas narrativas mistas. Slide 6: E por cá, há FC? Sim, mas pouca. O século XIX legou-nos uma lisboa sonhada no ano 2000; dos tempos do estado novo sonhos de um império português do futuro. Mais recentemente, autores como Luís Filipe Silva, António de Macedo e JoãoBarreiros têm-se preocupado em escrever FC de qualidade. E há novos autores a experimentar o género, caso do universo partilhado do comandante serralves. O género tem tido alguma expressão, mas muito reduzida, apesar de um número considerável de obras publicadas por autores portugueses. E, até no cinema português encontramos exemplos de FC: os filmes Os Emissários de Khâlom e Os Abismos da Meia Noite de António de Macedo, Aparelho Voador a Baixa Altitude de SolveigNordlund, e os recentes RPG de David Rebordão e Collider de JasonButler. Slide 7: Há três autores que são incontornáveis quando se está a descobrir a ficção científica. RayBradbury, algo atípico, mais próximo do realismo mágico do que da FC pura, que imbuiu os seus livros de um eterno deslumbramento pelos mundos reais e imaginários. Foi dele o primeiro livro que li que me despertou e apaixonou pela FC, as Crónicas Marcianas, um conjunto de histórias sobre a conquista do espaço sem grandes aventuras nem épicas batalhas espaciais. Dele também há o livro que arrepia, aquele em que os bombeiros servem para queimar livros e que é uma ode ao amor à literatura e liberdade de pensamento.
Asimov é outro dos grandes clássicos. Autor prolífico, legou-nos as três leis da robótica, que explorou nos contos que se coligem em I, Robot. É dele uma das primeiras séries de romances que olha para o poder das ideias e não das tecnologias como elemento definidor, Foundation, onde o grande personagem são as tendências estruturais que modelam uma sociedade galáctica milenar.
Mestre da FC hard, Arthur C. Clarke centrava-se na ciência como transformadora. É o maior nome daquela FC clássica feita de personagens estereotípicos cujos dilemas se centram nos desafios trazidos pela ciência e tecnologia. Slide 8:O melhor da FC está na forma livre como especula. Podíamos falar de sub-géneros, que definem tipos de histórias características, como viagens no tempo, guerra futura, space opera, cyberpunk, mas no seu melhor a FC transcende géneros e, imaginando futuros, desafia-nos a reinventar o presente. Alguns exemplos, pessoais: Channel Sk1n: a televisão e internet enquanto vírus; Hav: um guia de viagens a um país que não existe que atrai leitores incautos a agências de viagens; O Homem do Castelo Alto: e se… a américa vivesse ocupada pelos japonese e alemanha nazi e um livro proibido contasse a história do que seria se os aliados tivessem vencido a II guerra? The Drowned World: e se o aquecimento global inundasse as cidades mundiais e Londres se transformasse numa selva semi-submersa? A Invenção de Morel: uma ilha onde o presente e o passado coexistem mas não se tocam; Babel 17: uma língua que é uma arma que muda a maneira de pensar de quem a fala; O Senhor da Guerra nos Céus: acordar numa avalanche dos himalaias e descobrir um novo mundo cruzado por dirigíveis; Olá América: a américa abandonada é redescoberta por uma expedição arqueológica. Slide 9: Vivemos na era digital, numa hipermodernidade em que todos os dias a ciência e tecnologia nos trazem novidades radicais que se entranham no dia a dia. Eis alguns livros, já antigos, que quase anteveram o mundo de hoje (e, nalguns casos, inspiraram directamente cientistas e engenheiros): Schismatrix: a humanidade espalha-se pelo sistema solar e modifica radicalmente a sua genética; Neuromancer: um hacker no meio de intrigas entre empresas e inteligências artificiais, legou-nos o termo ciberespaço; Brasyl: o presente, o passado e o futuro nos trópicos colidem enquanto a física quântica derruba as barreiras temporais; Snow Crash: descreve mundos virtuais em 3D realistas habitados por avatares. Slide 10: Nem só de língua inglesa vive a FC. Nos últimos anos mutliplicam-se as vozes europeias e mundiais. Trazem à FC outras sensibilidades, expandido o campo literário, mostrando outras visões do mundo e dos futuros que não a ocidental. Alguns exemplos: A Mecânica do Coração: uma história de amor steampunk em que um jovem busca a rapariga que ama e detém a chave do seu coração mecânico; TheBookman: lagartos alienígenas invadem a terra, fingindo-se humanos, num século XIX cheio de dirigíveis e raios da morte; Mémoria: o mais perigoso assassino da galáxia viaja entre planetas para descobrir que é uma inteligência artificial que se escapou de um laboratório; TheThree-Body Problem: um jogo de computador funciona como cavalo de tróia para uma civilização extraterreste invadir a Terra; 10 Billion Days e 100 Billion Nights: demasiado estranho para explicar. Jesus e Siddharta lutam ao longo dos séculos utilizando civilizações e mísseis atómicos de curta distância; Aurorarama: os dias da cidade gelada que é a Veneza do pólo norte. Slide 11: Alguns livros imperdíveis, de autores portugueses ou recentemente editados por cá: O Marciano, de Andy Weir: um astronauta abandonado em marte faz tudo para sobreviver e ser resgatado, em breve será filme; O Baile, de Nuno Duarte e Joana Afonso: um agente da PIDE investiga estranhos acontecimentos numa aldeia de pescadores; Se Acordar Antes de Morrer: os contos de João Barreiros; Cidade Suspensa: o imaginário português revisto pelo traço espantoso de penimloureiro. Slide 12:É através do cinema que a FC chega ao grande público. Legou-nos iconografias espantosas, que ficam na memória visual e marcam o que conhecemos de FC. Como a imaginamos. Seleccionam-se aqui alguns filmes marcantes, fugindo aos mais esperados. Tudo começou em 1902, com a viagem à lua de Meliès. E continua, hoje, com filmes que deslumbram pelo lado visual e intrigam pelas suas concepções futuristas, que nos inspiram a imaginação. Slide 13: Desafio: distribuindo cartões visões de utopia, perceber desafios contemporâneos a partir de ideias futuristas.