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quarta-feira, 25 de junho de 2014

A tradição ainda é o que era...

E o livro mais requisitado em 2013/2014 continua a ser o Diário inventado de um menino já crescido, do nosso patrono, o escritor José Fanha.

Será que é desta que o convencemos a editar um segundo volume...?:)

quinta-feira, 1 de maio de 2014

domingo, 15 de dezembro de 2013

A Marta apresenta o livro "Diário inventado de um menino já crescido"...



A aluna Marta Simões, do 5.º C, apresenta o livro Diário inventado de um menino já crescido, do nosso patrono -  José Fanha. A apresentação foi preparada no âmbito do "Contrato de Leitura" realizado na disciplina de Português, sob orientação da professora Sílvia Rebocho.

domingo, 10 de novembro de 2013

José Fanha lê "A Porta"

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

O encontro com o nosso patrono

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Quinta-feira o CR faz anos e recebe o patrono


segunda-feira, 24 de junho de 2013

quinta-feira, 25 de abril de 2013

"Asas ", no Dia da Liberdade

domingo, 27 de janeiro de 2013

As "Asas" do nosso patrono

Uma bela recordação do encontro que teve lugar no passado dia 18.
Obrigada, José Fanha!

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Encontro com o patrono: José Fanha

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Maratona da Poesia: quarta-feira



ASAS
Nós nascemos para ter asas, meus amigos.
Não se esqueçam de escrever por dentro do peito: nós
nascemos para ter asas.

No entanto, em épocas remotas, vieram com dedos
pesados de ferrugem para gastar as nossas asas como
se gastam tostões.
Cortaram-nos as asas para que fôssemos apenas
operários obedientes, estudantes atenciosos, leitores ingénuos
de notícias sensacionais, gente pouca, pouca e seca.
Apesar disso, sábios, estudiosos do arco-íris e de coisas
transparentes, afirmam que as asas dos homens crescem
mesmo depois de cortadas, e, novamente cortadas,
de novo voltam a ser.
Aceitemos esta hipótese, apesar não termos dela
qualquer confirmação prática.
Por hoje é tudo. Abram as janelas. Podem sair. 

José Fanha

sábado, 14 de abril de 2012

Avô adere ao Facebook...

E descobre uma namorada japonesa.:)
É verdade, trata-se do enredo de um dos mais recentes títulos do nosso patrono.
José Fanha fala-nos um pouco acerca do livro A namorada japonesa do meu avô aqui.

A Ana Filipa Estrela, do 7.º E, leu e gostou (Like!). Apresentou-o à turma, inspirou-se e fez este poema, com base na história.

Bonita como uma rosa
Era a namorada que o avô encontrou
Assim que o neto descobriu
Logo ele corou

Ao "Facebook" logo o avô aderiu
Com uma foto bonita
De um corpo musculado e moreno
Uma rapariga japonesa conquistou

Para ele aquela rapariga era tudo o que tinha
Porque depois da avó Emília falecer
O avô já não queria viver
Com receio de ficar com aquele desgosto profundo

Quando a saudade apertava sem  parar
O avô ia até à sala
E falava, falava e continuava sempre a falar
Para a que a sua alegria pudesse um dia regressar

Com o passar do tempo 
As amarguras voaram (por aqui e além)
Mil alegrias e sensações 
Nos rostos da família (antes triste e agora contente)
Se expressaram!


domingo, 19 de fevereiro de 2012

Parabéns, patrono!

Parabéns, José Fanha!

Continue a voar por muitos anos, são os nossos votos!

"Nós nascemos para ter asas, meus amigos.
Não se esqueçam de escrever por dentro do peito: nós nascemos  para ter asas."


in "Asas", José Fanha

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

José Fanha concorre ao Festival da Canção

O nosso patrono enviou-nos esta mensagem que partilhamos com todos os leitores.

"Caras amigas e amigos,
O Henrique Feist canta, a música é do Nuno Feist. Eu fiz a letra. A canção chama-se "QUASE A VOAR".
Para ir à final do Festival do Festival RTP a canção precisa dos vossos votos, dos votos dos vossos amigos, familiares, alunos, etc, etc, etc.
Votar é fácil. Vai-se ao seguinte endereço:
http://videos.sapo.pt/KfHTIssCDErZzrjavdl3
clicar na canção "QUASE A VOAR"
clicar em "VOTE NESTA CANÇÃO"
introduzir o vosso mail
esperar por uma mensagem na vossa caixa de entrada para confirmar o vosso voto.
ATENÇÃO: Pode votar-se 3 vezes na mesma canção.
Os autores agradecem os vossos votos.

Beijos e abraços e abreijos,
José Fanha"

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

O patrono recomenda...

O nosso patrono, José Fanha,  visitou-nos esta semana. Foram 90 minutos de sonho para todos aqueles que participaram (representantes de todas as turmas), em especial para os alunos de 5.º ano que ansiavam conhecê-lo. Perguntas pertinentes que suscitaram uma conversa rica em referências e nos fizeram viajar pelos livros e pelo mundo da leitura. José Fanha conversou bastante, leu-nos alguns excertos de livros seus, em especial de um dos títulos mais recentes - Esdrúxulas graves e agudas magrinha, interpretando alguns dos textos ao estilo do hip-hop. Ficou também a promessa de em breve publicar  um segundo volume do Diário inventado de um menino já crescido.
Deixou-nos diversas sugestões de leitura. Decidimos partilhá-las com todos os nossos leitores.

Obrigada, José Fanha, volte mais vezes!




domingo, 10 de outubro de 2010

Venda de livros no CR



Durante o mês de Outubro encontram à venda, no CR, livros de José Fanha e Margarida Fonseca Santos. No final das sessões que terão lugar, respectivamente, a 22 e 26 deste mês, poderão solicitar um autógrafo!

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Parabéns, José Fanha!

O nosso patrono faz hoje anos, parabéns!

Dedicamos-lhe um excerto de poema de um autor de quem muito gostamos - Álvaro Magalhães.

"Os anos que fazemos
também nos fazem a nós.
Os anos que fizemos nos fizeram,
Os anos que faremos nos farão.
É de anos que somos feitos,
de breve e misterioso tempo."


Depois, recordamo-nos de como é bom ouvi-lo recitar poesia, especialmente um poema da sua autoria. Quem disse que a Matemática não pode ser divertida?!






Tenha tudo de bom do que a vida contém, José Fanha!

sábado, 17 de outubro de 2009

O nosso patrono visitou-nos!







Esta semana tivemos o prazer de receber a visita do nosso patrono – o José Fanha!
No mês em que se comemoram as Bibliotecas Escolares, o escritor presenteou-nos com duas visitas – na quarta (uma sessão para alunos de 2.º ciclo) e na sexta (3.º ciclo). Em todas as turmas foram sorteados quatro alunos que, com certeza, no regresso partilharam com os colegas o que por aqui viram e experienciaram. No total, cerca de 100 pessoas tiveram oportunidade de usufruir deste momento.

Mais uma vez, o José Fanha encantou-nos com as suas mais diversas facetas de poeta, recitador, contador de histórias e da sua própria história de vida, em suma, um comunicador nato! Tocou-nos e a prova é a de que vários alunos regressaram, após o encontro, para requisitarem livros da sua autoria.

Obrigada, José Fanha, e volte sempre a esta casa!

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Missão em Happy-Kosmos e no CR!


Amanhã, no âmbito da comunidade de Leitores "Ler é...", as Leónias terão o prazer de receber os autores do livro Happy-Kosmos, José Fanha e Luísa Beltrão. Este é o livro previsto e será, com certeza, muito interessante conversar com os autores do livro em discussão.

As "Leónias" (nome do grupo de alunas que constitui a comunidade) estão radiantes. Afinal Ler é... atingir o impossível!

Sobre o livro, os respectivos protagonistas - os Quatro Cavaleiros - e os seus autores vejam mais informações aqui.

terça-feira, 28 de abril de 2009

A(s) Porta(s) NOVAS!




O ano de 2009 trouxe uma porta nova para o Centro de Recursos... Mais luz e um convite à entrada foram o mote para esta novidade. Por coincidência, também o livro A Porta, escrito pelo nosso patrono, foi reeditado, com uma nova porta... na capa (vejam a imagem)!
Acerca do livro, divulgamos aqui uma mensagem enviada pelo seu autor - José Fanha.
Caras amigas e amigos,

19 anos depois de ter sido editado pela primeira vez acaba de ser posto à venda "A Porta", edição Gailivro.
Gosto de pensar que é o melhor texto que fiz na minha vida.
As ilustrações e grafismo são da Mónica Cid que fez do livro um objecto caloroso que apetece ter na mão.
É daqueles textos que não tem idade aconselhável. Ou melhor, aconselho-o a todos entre os 8 e os 88 anos mas só aos que forem capazes de sonhar e voar através das palavras de uma história.
"A Porta" foi escrita há 20 anos em circunstâncias muito particulares da minha vida pessoal. Um tempo em que não tinha uma casa e em que a minha casa foi a escrita deste livro.
"A Porta" é narrada por um menino que fala do dia em que o pai e a Mãe se mudaram para a casa nova e quando lá chegaram não havia paredes, nem tecto, nem casa. Apenas uma porta.
E recordo o momento em que o menino relata a chegada dos pais à casa nova... Que de casa só tinha a Porta...

"- Aqui não há casa nenhuma! - insistiu a minha mãe.
- Mas há uma porta! - afirmou o meu pai, atravessando-a cheio de simpatia de um lado para o outro- - Se não houvesse, não podíamos entrar nem sair.
Parece-me que ele tinha razão, embora não se percebesse muito bem para que é que servia uma porta que dava para sítio nenhum.
Talvez fosse divertido entrar e sair e sair e entrar por uma porta tão invulgar e sozinha no meio de nada.
Isso era quanto lhe bastava. À minha mãe, não. Sentia-se perdida e ficou, de repente, muito triste.
O meu pai não a podia ver assim.
- Uma porta é um bom começo. O resto arranja-se com facilidade."

Para lá daquela porta, os pais do narrador virão a descobrir um mundo estranho, talvez mágico, talvez diferente do nosso. A pouco e pouco vão conhecendo os vizinhos que vivem do outro lado da porta. São pessoas muito invulgares.
O Grande Espinafre que tem uma horta onde pode plantar tudo, parafusos, macarrão, peixe cozido ou mesmo cenouras.
O engenheiro Francisco Parafuso que tem horror a que as coisas mudem de lugar e procura aparafusar tudo ao tecto, ao chão, às paredes para que nada mude. Chega mesmo a aparafusar os ponteiros ao relógio e os sapatos do pai do narrador ao chão.
Há também a Princesa Princezinha, que vive no mundo dos sonhos e das fábulas, e que sonha, naturalmenmte vir a casar com um Príncipe Encantado quando tiver coragem de atravessar o Bosque de Todos os Medos.
Finalmente temos a Bruxonauta, bruxa falhada que sonha vir a ser astronauta.

Com um abraço amigo,

José Fanha